
A expressão Pegada ecológica é uma tradução do Inglês ecological footprint e refere-se, em termos de divulgação ecológica, à quantidade de terra e água que seria necessária para sustentar as gerações actuais, tendo em conta todos os recursos materiais e energéticos gastos por uma determinada população.
O termo foi primeiramente usado em 1992 por william Rees, um ecologista e professor canadiano da Universidade de columbia britânica.
Em 1995, Rees e o co-autor Mathis Wackernagel publicam o livro
chamado Our Ecological Footprint: Reducing Human Impact on the Earth.
A pegada ecológica é actualmente usada ao redor do globo como um indicador de sustentabilidade ambiental. Pode ser usado para medir e gerência o uso de recursos através da economia. É comummente usado para explorar a sustentabilidade do estilo de vida de indivíduos, produtos e serviços, organizações, sectores industriais, vizinhanças, cidades, regiões e nações.
A pegada ecológica de uma população tecnologicamente avançada é, em geral, maior do que a de uma população subdesenvolvida.
Para comparação, segue-se a pegada ecológica de alguns países segundo dados de 1996.
País Pegada ecológica por capital :
Alemanha -6,0
Austrália -8,9
Bangladesh 0,6
Bélgica e Luxemburgo - 6,6
Brasil -2,2
Espanha 5,5
Estados Unidos da América - 12,5
Etiópia -0,8
França -7,3
Itália -5,6
Países baixos - 6,3
Portugal -5,1
Reino Unido - 6,3
Suécia -8,2
Mundo (média) - 2,9
